Sou prolixa desde que fui alfabetizada. E a coisa apertou mesmo na terceira série do primário, quando a professora pediu para que resumíssemos um livrinho de dez páginas – muito mais coloridas que escritas – e eu preenchi mais de meio caderno pautado – sem nenhum desenho -.

Nada ultrapassou, entretanto, o período que deve ter começado lá pelos nove anos de idade, quando eu escrevia tudo no ar. No ar mesmo, os dedos formando palavras translúcidas na poeira denunciada pelo sol. Porque eu achava que um dia inventariam uma substância mágica, um pó de pirlimpimpim, que revelaria todas as minhas inquietações pueris.

Não foi inventado o tal revelador de letras no ar, mas eu fiz o favor de me revelar por aí mesmo assim. Passei a ser Julliane Brita, jornalista, redatora publicitária, revisora.

Escrevinhadora assumida, por ora, somente de uma autobiografia não autorizada repleta de cacofonias.

***

E-mail: jullianebrita@gmail.com

Trabalho sério: Agência Libre.

Um pouco de jornalismo literário eu fiz aqui: Gazeta ALT.

Seu mimimi aqui.

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